Setores diferentes, dores parecidas. Tarefa repetitiva, gente cara fazendo trabalho barato, planilha de fim de mês que ninguém quer abrir. Em cada um destes casos, entramos junto com o cliente pra colocar a IA em produção, com número no fim.
A Nova é referência em facility services em Nova Jersey, com operação robusta e contratos importantes. O desafio era específico: o time de ponta fala três idiomas (espanhol, português e inglês) e o registro de jornada usado até então não conversava com essa realidade multilíngue. A operação precisava de uma camada de controle desenhada pra esse contexto, pra dar mais visibilidade ao supervisor e mais agilidade na resposta ao cliente.
Construímos com a Nova uma plataforma própria de clock-in e clock-out, colada na realidade da operação. Plugamos um agente de IA que avisa o supervisor por WhatsApp na hora em que o prestador não bate ponto, no idioma do supervisor. O mesmo agente consulta o banco e gera relatório sob demanda, em espanhol, português ou inglês, sem ninguém precisar abrir planilha. A plataforma roda em cima do Claude, da Anthropic, escolhido pela combinação de raciocínio sobre dados multilíngues, segurança operacional e confiabilidade em produção contínua.
Na prática: a operação ganhou um sistema desenhado pra ela, e o time da Nova passou a ter, em tempo real, a leitura que antes vinha em pedaços. Uma camada de controle que potencializa o trabalho que já era bem feito na ponta.
A Teeza é uma agência de marketing brasileira em crescimento, com carteira ativa e time entregando. O desafio era estrutural: o briefing circulava por e-mail e WhatsApp, a planilha de controle convivia com o Bitrix, e o fechamento de remuneração da produção exigia uma rotina manual longa. Tudo funcionava, mas exigia muito tempo de pessoas sêniores em tarefas que poderiam estar automatizadas.
Construímos com a Teeza uma plataforma própria, integrada às planilhas de controle e ao Bitrix, que transforma a gestão de tarefas num CRM de verdade. Em paralelo, instalamos um squad de agentes que atua em três frentes. O primeiro apoia o briefing: pro cliente, pedir virou conversa fluida; pra Teeza, a demanda cai em tempo real dentro do sistema, pronta pra ser pautada. O segundo publica no grupo de cada cliente o saldo de contrato, entregas e status de mídia. O terceiro lê os relatórios de trabalho e as task valuations no Bitrix e fecha a remuneração da produção sozinho.
Na prática: a Teeza ganhou uma camada de operação que conversa com o jeito da casa. O cliente acompanha as entregas em tempo real, a produção sabe o que pautar, e o time sênior volta a usar o tempo no que importa. A plataforma e os agentes se pagaram no primeiro ano.
Não escolhemos por vertical. Escolhemos por dor. Se o seu time tem uma, descobrimos juntos onde a IA entra.